Revista americana Time publica estudo sobre o diagnóstico do autismo

09/01/2015

Ao longo dos últimos anos nos EUA, as estatísticas têm apontado para um número crescente de pessoas diagnosticadas com autismo. Mas, apesar do crescente número de diagnósticos, tanto nos EUA como em muitos outros países, os motivos que levam a esse aumento na quantidade de crianças diagnosticadas ainda não estão claros e vêm sendo debatidos pela comunidade científica internacional.

Há cientistas que alegam que fatores ambientais têm ocasionado o surgimento de mutações genéticas raras, elevando o surgimento dos casos de autismo no mundo. Outros cientistas apontam que o aumento no número de crianças com autismo sendo diagnosticadas teria relação com aumento da idade dos seus pais. E existem ainda aqueles que acreditam que a emergência de um crescente número de casos do autismo deve-se, simplesmente, ao fato de que a comunidade médica tem tido mais facilidade em diagnosticar o transtorno. Em consonância com esta terceira via de pensamento, a Revista Time publica estudo sobre o diagnóstico do autismo e divulga uma pesquisa recente apresentada no periódico científico JAMA Pediatrics, que reforça a tese de que o aumento do número de casos de autismo deve-se em parte às mudanças no processo de diagnóstico.

No estudo mencionado na reportagem da Time, 677.915 crianças dinamarquesas nascidas entre 1980 e 1991 foram acompanhadas e monitoradas por pesquisadores até obterem o diagnóstico de autismo – as que não obtiveram o diagnóstico foram acompanhadas até o final do estudo, que encerrou-se em dezembro de 2011. Os pesquisadores atentaram-se às mudanças que ocorreram antes e depois de 1994, já que, neste ano, a Dinamarca alterou os critérios para diagnósticos psiquiátricos e o autismo passou a ser percebido como um espectro de transtornos. Os resultados obtidos pelos pesquisadores indicaram que um número maior de crianças foi diagnosticado com autismo a partir de 1995 e, então, a equipe estimou que 60% do aumento no número de casos de autismo diagnosticados naquele país pode ser atribuído às mudanças nos critérios do diagnóstico que foram lá implementadas.

De acordo com a Revista Time, embora as conclusões do estudo refiram-se à Dinamarca, nos EUA, assim como em outros países, mudanças similares nos critérios de diagnóstico também aconteceram nos últimos anos. A reportagem menciona que em maio de 2013 a Associação Americana de Psiquiatria divulgou novos critérios para o diagnóstico do autismo através de uma reformulação no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). Segundo as diretrizes anteriores estabelecidas no Manual, as crianças analisadas deveriam atender seis dos doze critérios listados para poderem ser diagnosticadas com o autismo (ou com a Síndrome de Asperger). Atualmente, o mesmo Manual estabelece que os distúrbios devem ser enquadrados em uma categoria única (que passou a ser denominada “transtornos do espectro do autismo”), sendo que os critérios necessários ao diagnóstico tornaram-se mais específicos. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos EUA, estima que cerca de uma em 68 crianças norte-americanas está no espectro do autismo, o que é 30% maior do que as estimativas feitas pelo órgão em 2012. Stefan Hansen, da Universidade de Aarhus na Dinamarca (e autor do estudo recentemente publicado) afirma que este aumento pode relacionar-se com uma maior consciência pública acerca do autismo. Para Stefan, o fato de as pessoas se tornarem mais conscientes sobre o termo autismo ao longo do tempo faz com que os pais acabem levando os seus filhos para serem examinados com mais frequência.

A comunidade científica concorda que mais pesquisas são necessárias para entender como outros fatores podem estar contribuindo para o aumento dos casos de autismo diagnosticados em todo o mundo. O CDC fez um anúncio recente de que, ao longo dos próximos quatro anos, serão investidos mais de US $ 20 milhões para acompanhar a prevalência do transtorno do espectro do autismo entre as crianças nos EUA. A reportagem menciona que, com um acompanhamento melhor da prevalência do autismo, a esperança é que a comunidade científica e as famílias afetadas possam compreender cada vez mais o surgimento do transtorno.

Leia mais artigos sobre o autismo publicados na Revista Time acessando a página da publicação na internet (na Língua Inglesa). Você também pode saber mais sobre o autismo e sobre os tratamentos para o autismo em nosso site. Participe dos nossos cursos e saiba como ajudar sua criança, adolescente ou adulto com autismo a desenvolver suas habilidades sociais.

Compartilhe o novo estudo sobre o diagnóstico do autismo através das suas redes sociais clicando nos ícones abaixo. Envie também os seus comentários sobre o nosso artigo aqui no blog, deixando sua mensagem no campo a seguir.

Compartilhe com um amigo ou colega nas mídias sociais a seguir:

Postagens Relacionadas

Pesquisa comprova que participação dos pais é essencial para a linguagem de crianças com autismo
19 fevereiro, 2018

Os pais podem ajudar a criança com autismo a se comunicar mais A ideia de levar o seu filho ao consultório do fonoaudiólogo ou ao profissional especializado na promoção das habilidades de comunicação de pessoas com autismo e esperar do lado de fora, sem saber o que se passa na […]

Leia mais
Como ajudar pessoas com autismo a lidar com o barulho de fogos de artifício
2 fevereiro, 2018

A equipe da Inspirados pelo Autismo recebeu a seguinte pergunta, ‘Meu filho de 4 anos entra em crise com fogos de artifício. O que posso fazer nesse momento e como posso ajudá-lo a longo prazo?’ Assista ao vídeo com a resposta da psicóloga e consultora da Inspirados pelo Autismo, Giovanna […]

Leia mais
Autismo e planos de saúde
21 janeiro, 2018

Um interessante artigo publicado pelo escritório Vilhena Silva Advogados em seu blog, com autoria da advogada Silmara Alves Pinto dos Santos, traz luz à questão da cobertura dos planos de saúde para o tratamento do autismo. A autora relata que estudos demonstram que a eficácia do tratamento de uma pessoa […]

Leia mais
Deixe um comentário
Cartaz com 15 ideias para a inclusão de estudantes com autismoNova pesquisa sobre padrões de pensamento no espectro do autismo
Todos os comentários ( 19 )
  • Avatar
    Nádia
    11/01/2015 em 2:57 pm

    Favor me informar e ajudar com o faço para deixar meu anjo azul mais calmo?

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @Nádia
      14/01/2015 em 4:01 pm

      Olá Nádia,Agradecemos por acompanhar nosso blog e nos enviar a sua pergunta.Vários aspectos podem ajudar as crianças com autismo a ficarem mais calmas. Você poderá […] Leia maisOlá Nádia,Agradecemos por acompanhar nosso blog e nos enviar a sua pergunta.Vários aspectos podem ajudar as crianças com autismo a ficarem mais calmas. Você poderá investigar como os estímulos sensoriais do ambiente estão influenciando o seu filho, assim como observar se atividades do dia a dia estão gerando frustração ou ansiedade nele. A forma como as pessoas se relacionam com o seu filho e a dificuldade dele em se expressar e em comunicar o que sente e o que deseja também podem ser analisados e aprimorados para que ele se sinta mais calmo. Para que possamos conhecer melhor o seu filho, identificar os fatores que lhe geram desconforto, podendo assim oferecer as recomendações precisas que poderão ser aplicadas por vocês imediatamente, recomendamos uma consultoria virtual com a nossa equipe.Atenciosamente, Equipe Inspirados pelo Autismo Leia Menos

      Resposta
  • Avatar
    renata
    11/01/2015 em 11:36 pm

    Rezo e espero que as pesquisas evoluam para a paz de nossos filhos...

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @renata
      16/01/2015 em 4:20 pm

      Olá Renata, Também esperamos que as pesquisas sigam evoluindo! Atenciosamente, Equipe Inspirados pelo Autismo

      Resposta
  • Avatar
    Élis
    16/01/2015 em 4:09 pm

    Muito boa a página, os estudos e tudo mais! Que vocês continuem assim! Um grande abraço. Vou compartilhar o conteúdo.

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @Élis
      16/01/2015 em 4:18 pm

      Olá Elis, Agradecemos pelas palavras carinhosas, pelos elogios aos nossos artigos e por compartilhar o nosso conteúdo. Atenciosamente, Equipe Inspirados pelo Autismo

      Resposta
  • Avatar
    Elzi de Freitas
    17/01/2015 em 8:09 am

    A pesquisa de vocês muito me esclarece, mas acredito que os outros fatores como "os ambientais" também devem ter grandes influências. Moro em Governador Valadares, […] Leia maisA pesquisa de vocês muito me esclarece, mas acredito que os outros fatores como "os ambientais" também devem ter grandes influências. Moro em Governador Valadares, trabalho num Centro de Referência em Educação Inclusiva, onde são atendidas diariamente várias crianças com autismo e, mesmo não sendo eu a atendê-las, percebo o quanto tem crescido aqui em GV o número de casos diagnosticados. É alarmante. Merece um estudo. Leia Menos

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @Elzi de Freitas
      19/01/2015 em 2:23 pm

      Olá Elzi,Agradecemos pelo envio dos seus comentários. Temos recebido diversos pais e profissionais de Governador Valadares em nossos cursos. Sabemos que há várias crianças com […] Leia maisOlá Elzi,Agradecemos pelo envio dos seus comentários. Temos recebido diversos pais e profissionais de Governador Valadares em nossos cursos. Sabemos que há várias crianças com autismo na cidade e esperamos poder sempre colaborar com vocês através de nossos artigos. Atenciosamente, Equipe Inspirados pelo Autismo Leia Menos

      Resposta
  • Avatar
    medianeira
    17/01/2015 em 11:03 am

    Obrigada por mandar essa novidade tão importante do autismo. Estava precisando desta informação, pois às vezes os pais me perguntam porque têm muitas crianças com […] Leia maisObrigada por mandar essa novidade tão importante do autismo. Estava precisando desta informação, pois às vezes os pais me perguntam porque têm muitas crianças com autismo e agora eu tenho uma resposta muito interessante. Muito obrigada. Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    medianeira
    17/01/2015 em 11:10 am

    EU GOSTARIA QUE A INSPIRADOS PELO AUTISMO ME ORIENTASSE DE QUE FORMA EU AJUDO A MÃE DE UM AUTISTA COM SÍNDROME DE DOWN DE OITO […] Leia maisEU GOSTARIA QUE A INSPIRADOS PELO AUTISMO ME ORIENTASSE DE QUE FORMA EU AJUDO A MÃE DE UM AUTISTA COM SÍNDROME DE DOWN DE OITO ANOS A DEIXAR DE USAR FRALDAS, POIS ESTÁ SENDO MUITO COMPLICADO PARA A FAMÍLIA. Leia Menos

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @medianeira
      19/01/2015 em 12:24 pm

      Olá, Agradecemos pelo envio de suas perguntas e comentários e recomendamos a leitura de nosso artigo sobre o uso do vaso sanitário, pois os princípios que […] Leia maisOlá, Agradecemos pelo envio de suas perguntas e comentários e recomendamos a leitura de nosso artigo sobre o uso do vaso sanitário, pois os princípios que recomendamos nesse artigo poderão ser adaptados para o caso que você nos descreve: http://www.inspiradospeloautismo.com.br/ajudar-crianca-com-autismo-a-utilizar-o-vaso-sanitario/ Atenciosamente, Equipe Inspirados pelo Autismo Leia Menos

      Resposta
  • Avatar
    Rose
    17/01/2015 em 6:28 pm

    Tenho uma filha com autismo e até hoje me pergunto porque ela nasceu assim. O que eu faco para deixar ela mais calma quando ela está […] Leia maisTenho uma filha com autismo e até hoje me pergunto porque ela nasceu assim. O que eu faco para deixar ela mais calma quando ela está em crise? Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    rita
    18/01/2015 em 3:26 pm

    Olá. Eu tenho uma menina que tem 9 anos de idade e que não fala nada, mas é muito inteligente, dá para notar. O problema […] Leia maisOlá. Eu tenho uma menina que tem 9 anos de idade e que não fala nada, mas é muito inteligente, dá para notar. O problema que eu tenho com ela é que ela não aceita um não. Ela nunca faz o que lhe mando. Se for na rua, não quer me dar a mão, e eu me sinto muita confusa e frustada, porque às vezes até parece que eu não sou a mãe e sim uma estranha. Por favor, algumas dicas para me ajudar? Obrigada. Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    mara
    18/01/2015 em 6:14 pm

    Meu filho de 3 anos e 2 meses e foi diagnosticado com quadro sugestivo de autismo, com diagnóstico comportamental, sem exames. O que fazer para […] Leia maisMeu filho de 3 anos e 2 meses e foi diagnosticado com quadro sugestivo de autismo, com diagnóstico comportamental, sem exames. O que fazer para saber qual grau de autismo dele? A neuro não informou, apenas disse para levar num centro de reabilitação. Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    Bethy pinheiro
    25/01/2015 em 12:26 pm

    Fala se muito do Autismo em crianças,mas me interessa saber um pouco mais sobre o Autismo em adultos,já que fui surpreendida por um médico que […] Leia maisFala se muito do Autismo em crianças,mas me interessa saber um pouco mais sobre o Autismo em adultos,já que fui surpreendida por um médico que afirmou que para a sociedade médica não existem autistas adultos.O que ocorre é a substituição do laudo de autismo para outro com esquizofrenia,já que os sintomas do Autismo são relacionados com a primeira infância e adolescência.Não aceito isso,minha filha é Autista não esquizofrênica,tem atraso mental,não tem noção de perigo,surta se for contrariada,pressionada ou ficar muito ansiosa.Acho super importante pesquisar o Autismo na infância mas não podemos esquecer que nem todos evoluem e eles crescem,por tanto estudar o comportamento nos adultos também é importante para que essa população de Autistas não fiquem fadados no futuro ao abandono!! Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    Gil
    19/02/2015 em 11:37 am

    Desculpem-me a intromissão, mas não posso calar: eu não tenho filho autista, mas já notei muitas mães de autistas conseguirem acalma-los e tendo outros ganhos […] Leia maisDesculpem-me a intromissão, mas não posso calar: eu não tenho filho autista, mas já notei muitas mães de autistas conseguirem acalma-los e tendo outros ganhos fazendo a dieta SGSC e sem medicamentos. Tal dieta, parece não funcionar com todos, mas penso que vale a pena tentar. Pais: pesquisem e não fiquem ouvindo só uma fonte que anda sempre numa única direção. Tive uma filha especial e já falecida. É barra a gente ter filho deficiente e sobreviver dentro de um confronto entre as medicinas: ortodoxa/alternativa. Informem-se. É verdade o que a Sra. Bethy Pinheiro diz: tem muito adulto autista sendo diagnosticado erroneamente. Fazer dieta SGSC, tirar açúcar, produtos industrializados e usar alimentos orgânicos, pode ser restritivo, mas não faz mal a ninguém. Crianças e pessoas adultas com TOC e TDAH têm melhorado substancialmente de tais males fazendo a alimentação que mencionei acima. Por que não tentar? Quem me dera que a minha filha fosse viva e eu não pensaria duas vezes. Eu mesmo, na idade de 54 anos, derrubei uma lista de doenças fazendo assim. Hoje, quase com 57 anos, estou bem mais magro e muito bem, obrigado! Aumento de autismo não é só por causa de mudança no critério de diagnostico. Alimentação também faz parte do contexto ambiental. Mas quem olha pra isso? Em atenção a Nádia, Elzi, Rose e Bethy. Leia Menos

    Resposta
  • Avatar
    Denise Magnavita
    23/04/2015 em 11:41 pm

    Importante artigo...Muito grata e um abraço afetivo e psicomotor

    Resposta
    • Avatar
      Inspirados pelo Autismo
      @Denise Magnavita
      22/05/2015 em 4:14 pm

      Olá Denise,Agradecemos pelo elogio ao artigo. Que bom que você considerou o tema importante.Abraços da nossa Equipe

      Resposta
  • Avatar
    Gimbra
    25/02/2016 em 7:37 am

    Enquanto procuram melhorar o diagnóstico mais precoce e o tratamento, esquecem do principal, a prevenção. Se o surgimento de crianças autistas está aumentando epidemicamente, devemos […] Leia maisEnquanto procuram melhorar o diagnóstico mais precoce e o tratamento, esquecem do principal, a prevenção. Se o surgimento de crianças autistas está aumentando epidemicamente, devemos esclarecer como evitar. Sabemos que as vacinas contém metais pesados, antibióticos, tetraciclinas, células e DNAs de cabaias (ratos, morcegos, macacos e outros animais de laboratório, e que esses elementos químicos modificam a estrutura molecular do DNA humana e também dificultam a produção de enzimas necessárias ao bom desenvolvimento de todos os seres vivos, seja racional homem) ou irracional (caninos, bovinos, gatos e etc...). Como já é sabido em todo o planeta, que essas substâncias que entram na constituição das vacinas como conservantes e esterilizantes, são neurotóxicas e cancerígenas, ocasionando diversos problemas orgânicos e funcionais nos seres vivos...Além do Autismo, vemos um aumento grande de alterações no organismo desses indivíduos com sintomas mediatos e imediatos (aqueles que surgem logo após a aplicação ou depois de alguns dias, como convulções, paralisias, Cegueira, Surdez, Desmaios e a S,de Guillian Barré)...Mas os piores sintomas, são aqueles que surgem a longo e médio Doenças Auto imune, Violência Infanto Juvenil, Defeitos Físicos, Sociopatias, Retardo mental, Dificuldade para Deambular e FalarDéficit de Atenção, Hiperatividade, Dificuldade no Aprendizado, Esclerose Múltipla e muitas outras que estão até fazendo os especialistas em doenças infantis mudarem de ramo...OBS = FALTAM PEDIATRAS NO BRASIL...Outro grande problema para as famílias de crianças especiais é o custo mensal, em torno de 5.000 reais, onde 60$ da população brasileira não tem...ENTÃO VAMOS INVESTIGAR PARA VER SE ESSAS DROGAS SÃO AS QUE PROVOCAM ESSES PROBLEMAS NO DESENVOLVIMENTO MENTAL.. Obs...vem o ártico no Google ou no Youtube..." INFORME-SE ANTES DE VACINAR SEU FILHO" Leia Menos

    Resposta

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Informativo da Inspirados pelo Autismo

E-mail (obrigatório):

Nome:

Sobrenome:


FamiliarProfissional/ estudante da área de saúdeProfissional/ estudante da área de educaçãoOutro

Próximos cursos da Inspirados pelo Autismo:
Curso dinâmico e prático

“Finalmente encontrei um curso sobre autismo que atendeu minhas expectativas. Foi ministrado numa linguagem acessível, de forma dinâmica e prática, no qual assimilei um aprendizado que já me habilitou a lidar com o autismo.”

Ilza Correia, pedagoga
Curso sobre autismo.
Informações claras

“Informativo, interativo, responsivo e dinâmico. Curso muito organizado, bem estruturado, com informações claras e demonstrações muito sensibilizantes. Aporte teórico demonstrado na prática a todo o momento, facilitando o entendimento.”

Daniele Gomes, coordenadora pedagógica
Curso sobre autismo.
Inovador, prático e inspirador
“Inovador, prático, inspirador, conteúdo bem completo, considerando a amplitude das características do autismo.”
Yvina Baldo, professora e mãe
Curso sobre autismo.
Compreender o mundo do autismo
“Inspirador, me fez compreender o mundo do autismo (do meu filho) melhor, me deu força, esperança e me tirou do papel de expectadora, me abriu portas para um mundo diferente, me fez ter outros olhos e me deu o poder de fazer a diferença na vida do meu filho. Fiquei muito feliz de ter participado do curso e indico para todos os profissionais e familiares de pessoas com autismo.”
Danielle Speranza, mãe
Curso sobre autismo.
Aprender através de atividades prazerosas
“Como uma grande oportunidade de aprender, conhecer e desenvolver nossa sensibilidade de forma com que possamos auxiliar nossas crianças ou adultos com autismo a encontrar prazer em interagir socialmente, em brincar, aprender através de atividades lúdicas, interativas e prazerosas para ambas as partes. Vale a pena! É incrível!”
Fabrícia Corrêa Elias, professora
Curso sobre autismo.
Uma experiência fantástica
“Uma experiência fantástica, rica em conhecimento, informação. Superou minhas expectativas, realmente muito bom e proveitoso.”
Ellen Rolim, fonoaudióloga
Muito esclarecedor e motivador
“Fantástico, muito esclarecedor e motivador. Você sai do curso com vontade de chegar em casa e aplicar tudo que aprendeu.”
Lucia Sangiacomo, mãe